Rádio Cenecista de Picuí

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

'Não era para estar nenhum vivo', lembra refém de assalto em Cuité, na PB

Seis pessoas ficaram feridas durante o tiroteio entre os assaltantes e a Polícia Militar em Cuité no domingo (30)
Foto: Reprodução/TV Paraíba
Mulher foi levada junto com o filho como reféns pelos assaltantes em Cuité, na Paraíba
A forma que aconteceu não era pra estar nenhum vivo”. Acreditando que foi salva por milagre, foi com estas palavras de esperança e alívio que uma das mulheres feitas reféns em uma tentativa de assalto durante um culto na cidade de Cuité, no Curimataú da Paraíba, falou pela primeira vez sobre oq ue viveu na noite de domingo (30). Laura Emília Macedo, 29 anos, diz que quando o grupo chegou armado, ela pensou que tudo não passava de uma brincadeira de mau gosto.


Seis pessoas ficaram feridas durante o tiroteio entre os assaltantes e a Polícia Militar. Entre os baleados estavam um homem e duas mulheres que foram feitos reféns durante a ação. Um policial e dois dos suspeitos também ficaram feridos. Apenas dois deles seguem internados, mas não correm risco de morte.

Emocionada, Laura lembrou do momento em que foi levada como refém com o filho de apenas dois anos e o marido correu atrás do veículo desesperado. “Quando eles levaram meu filho, ele [o marido] não foi e só quando eu olhei pra trás, vi ele correndo atrás do carro”, conta.

O vigilante Manoel dos Santos, de 54 anos, disse que passava em frente à igreja quando um dos assaltante correu atrás dele e o fez refém. Ele relatou o pânico que viveu enquanto um dos criminosos estava com uma arma apontada para a cabeça da criança de 2 anos. “Passamos cerca duas horas no carro, com a mãe pedindo para soltar a criança e eles dizendo que não iriam soltar. Um deles, inclusive, dizendo que deveriam matar os reféns”, lembra. 

G1 PB

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