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segunda-feira, 20 de março de 2017

Bomba da transposição não volta de SP e vazão de água continua reduzida na PB

De acordo com o presidente da Aesa, João Fernandes, chegada das águas a Boqueirão não será afetada
Divulgação/Secom-PB
Problema diminuiu vazão da água na PB
A vazão das águas da transposição na Paraíba continua reduzida, desde que uma das motobombas da Estação Elevatória EBV-6, foi enviada para o conserto na fábrica em São Paulo. O prazo inicial para o retorno do equipamento era de 10 dias, mas já expirou e de acordo com o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), João Fernandes, uma nova data só será conhecida nesta quarta-feira (22), quando a fábrica emitirá um posicionamento.


João Fernandes disse que a vazão continua reduzida e assim que a bomba retornar do conserto haverá um aumento nesse volume. Ele lembrou que o problema na bomba não vai alterar a previsão para a chegada das águas no açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, a 174 quilômetros de João Pessoa. “Continuamos com a mesma previsão para que as águas cheguem ao açude de Boqueirão, que é de 40 a 45 dias”, afirmou.

A partir desta terça (21), a vazão da água será feita por gravidade. Depois que a bomba voltar e for reinstalada, a vazão deverá ocorrer de forma integral, com até 9 metros cúbicos por segundo, que é a quantidade estabelecida no projeto original. A previsão, segundo Fernandes, é que essa vazão seja aplicada até o fim de março.

Ele disse ter recebido a informação do Ministério da Integração Nacional que as águas já chegaram à cidade de Camalaú.

Alexandre Freire e Halan Azevedo - Portal Correio

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